Perguntas e Respostas

A Escola Politécnica NÃO SERÁ EXTINTA. Pelo contrário, o projeto prevê o fortalecimento, a modernização e a ampliação da estrutura acadêmica e administrativa atual, preservando sua identidade, história, símbolos e papel estratégico secular na Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de manter a Escola Politécnica enquanto Unidade Universitária e a alçando, ainda, ao status de campus.

 

NÃO. O que está sendo proposto é uma reorganização acadêmica, com a criação de novas Unidades Universitárias que, juntamente com a atual Escola Politécnica, formarão o Campus Escola Politécnica (CampusEP). Trata-se, portanto, de uma reorganização administrativa e acadêmica que preserva a Unidade Escola Politécnica, os seus símbolos e a sua história, melhora a gestão e aumenta o protagonismo das Engenharias da UFBA.

 

O projeto prevê a criação de novas Unidades Universitárias, com maior coerência e unidade acadêmica, que irão abrigar cursos de graduação e pós-graduação já existentes e em pleno funcionamento. As novas Unidades irão funcionar de forma articulada com a atual estrutura, compartilhando espaços, recursos, projetos e governança.

 

  • Instituto de Engenharia Industrial Escola Politécnica – IEI-EP
  • Faculdade de Engenharias Elétrica e de Computação Escola Politécnica – FEEC-EP

Essas Unidades NÃO SUBSTITUEM a Escola Politécnica (EPUFBA), mas se somam a ela.

 

A Nova Politécnica amplia a capacidade de resposta da universidade às demandas emergentes da sociedade, potencializando a UFBA para a formação de engenheiros sintonizados com os desafios contemporâneos como desenvolvimento industrial, inovação tecnológica, sustentabilidade e infraestrutura.

Com um ecossistema acadêmico mais atualizado e integrado, o projeto fortalece a produção de conhecimento aplicado, a pesquisa de impacto social e a relação com o setor produtivo, sem abrir mão do caráter público, crítico e social da Politécnica.

 

Para os estudantes, o projeto oferece:

  • Melhor organização acadêmica, foco nas áreas-mãe das Engenharias e articulação entre as diversas áreas do universo das engenharias;
  • Possibilidade de ampliação do cenário acadêmico atual, com a criação de novas frentes de ensino, pesquisa e extensão, em sintonia com as demandas da contemporaneidade.

Não haverá prejuízo em relação ao fluxo de matrículas, diplomas e grades curriculares, e os cursos continuarão funcionando. O objetivo é criar um ambiente acadêmico mais funcional, moderno e preparado para o futuro das Engenharias.

 

  • Estrutura mais funcional e moderna;
  • Maior autonomia no desenvolvimento das atividades e maior protagonismo;
  • Maior representatividade;
  • Racionalização das demandas e possibilidade de expansão do quadro atual;
  • Estrutura descentralizada, menor densidade de cursos em cada uma das três Unidades (EPUFBA, IEI-EP e FEEC-EP) e possibilidade de criação de novas frentes de pesquisa e ensino, assim como de ampliação das já existentes.

 

É um conceito organizacional, não um novo campus físico. O CampusEP reúne:

  • Escola Politécnica;
  • Instituto de Engenharia Industrial Escola Politécnica;
  • Faculdade de Engenharias Elétrica e de Computação Escola Politécnica;

Ele vai funcionar de forma integrada, como um ecossistema acadêmico único.

 

Sim, integralmente. Nome, memória institucional, símbolos, legado histórico e reconhecimento acadêmico permanecem intactos.

 

Todos os cursos atuais continuam existindo, mantêm suas grades curriculares, preservam sua validade e reconhecimento.

 

Nenhum prejuízo, não há mudança em matrícula, vínculo institucional, diploma, regras de progressão ou conclusão de curso. Muito pelo contrário, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar um ecossistema acadêmico mais robusto, pujante e vibrante.

 

Sim, plenamente válidos. Não há qualquer impacto jurídico ou acadêmico sobre diplomas já emitidos ou a serem emitidos.

 

De forma alguma. O projeto, como não poderia deixar de ser, não prevê demissão, desligamento ou precarização de vínculos docentes.

 

De forma alguma. O projeto, como não poderia deixar de ser, não prevê demissões nem prejuízo funcional para TAEs.

 

O plano de reorganização estabelece de forma clara, racional e objetiva os cursos de graduação e pós-graduação, em pleno funcionamento na atual EPUFBA, que serão abrigados nas novas Unidades (IEI-EP e FEEC-EP) e continuarão funcionando sem qualquer prejuízo ou descontinuidade.

 

Desde a sua concepção, os motivos e benefícios que justificam um plano de reorganização da atual EPUFBA foram devidamente discutidos e divulgados. Vale ressaltar que discussões a respeito da reorganização acadêmica/administrativa da EPUFBA vêm sendo realizadas há mais de 20 anos e este tema foi efetivamente apresentado como uma das principais metas do planejamento da atual gestão da Unidade (2023-2026).

Ademais, a estrutura densa e centralizada da atual EPUFBA (13 cursos de graduação e 15 cursos de pós-graduação, 21 colegiados de cursos e sete departamentos) torna-se um obstáculo ao desenvolvimento de novas frentes de ensino (formação) e pesquisa alinhadas às fronteiras tecnológicas emergentes.

Entre outros benefícios, é possível citar a melhoria da gestão, maior foco às diferentes áreas das engenharias, crescimento sustentável e modernização da estrutura acadêmica atual.

 

Pelo contrário. A reorganização busca fortalecer a Politécnica, permitindo maior eficiência administrativa, mais autonomia acadêmica e expansão planejada.

 

O Órgão Complementar Escola Politécnica (OCEP) será um órgão de coordenação do CampusEP, uma instância de governança, articulação e planejamento estratégico.

 

O OCEP não substitui órgãos colegiados ou Congregações, nem concentra poder. Ele atua como instância de integração e coordenação do futuro CampusEP e ficará subordinado às três Unidades desse campus (EPFBA, IEI-EP e FEEC-EP).

 

O projeto foi construído ao longo de aproximadamente quatro anos, envolvendo comissões, debates internos e externos, consultas acadêmicas e registros institucionais formais, com a participação de todos os segmentos da Politécnica, docentes, TAEs e estudantes, e de todos os seus órgãos colegiados e departamentos.

 

Sim. Ao longo de quase quatro anos, o processo envolveu escuta, diálogo e ajustes mediante pontos levantados por docentes, discentes, TAEs, gestores, conselheiros e demais membros da nossa comunidade.

 

Porque atingiu um nível de maturidade institucional, com viabilidade acadêmica, administrativa e jurídica, além de uma robusta exposição de motivos.

 

Até o momento, o projeto de reorganização da Escola Politécnica tramitou e foi aprovado nas instâncias internas competentes, dentro do rito acadêmico regular, incluindo:

  • Comissões internas da Escola Politécnica: espaços técnicos e acadêmicos responsáveis pela elaboração, amadurecimento e ajustes do projeto ao longo do tempo;
  • Congregação da Escola Politécnica: instância máxima da Unidade, que analisou o mérito acadêmico, administrativo e institucional da proposta e deliberou pela aprovação.

Essas etapas garantem que o projeto não é improvisado, nem fruto de decisão individual, mas resultado de longa e amadurecida discussão colegiada e formal, democrática, legítima e legal.

 

Conforme o regimento da UFBA, o projeto de criação das duas novas Unidades Universitárias e do órgão complementar (OCEP) está na Reitoria e no órgão máximo de decisão da UFBA, o Conselho Universitário (CONSUNI), no qual deverá ser apreciado seguindo os trâmites institucionais pertinentes.

 

Mesmo após as aprovações finais, a implementação ocorre de forma gradual, planejada e acompanhada pelas instâncias institucionais. Não haverá rupturas abruptas para estudantes, docentes ou TAEs.

 

O projeto não envolve privatização, fundações privadas ou perda de caráter estritamente público.

 

A Escola Politécnica continuará sendo uma Unidade Universitária da Universidade Federal da Bahia, assim como serão as duas novas Unidades propostas.